O revelador
Philippe Garrel | Le Révélateur
França | 1968 | DCP | 62min | CI: 14 anos
Uma mulher, um homem e um menino. Os adultos se abraçam ou se perseguem, humilhando-se. O cenário é uma floresta, à noite; uma casa com pouca luz, uma estrada que atravessa um bosque frondoso, ao amanhecer. A criança observa o casal enquanto eles se amam, discutem e dormem. Acorda-os e se aninha entre eles, ansiando pela reconciliação. Às vezes, eles saem e se escondem de uma ameaça invisível. O revelador é um filme sem som.
Ela passou algumas horas sob a luz do sol
Philippe Garrel | Elle A Passé Tant D'heures Sous Les Sunlights...
França | 1985 | DCP | 130min | CI: 14 anos
Destroçado, após ter sido abandonado por Christa, Jacques encontra Marie e passa a morar com ela. Philippe Garrel incorpora a construção do filme ao exibir na tela, inúmeras vezes, suas instruções aos técnicos, suas orientações aos atores na criação de seus personagens ou mesmo ao refletir sobre suas vidas, as quais, como frequentemente acontece com o cineasta, constituem a matéria-prima do seu trabalho.
O caminho dos sonhos
Angela Schanelec | Der Traumhafte Weg
Alemanha | 2016 | DCP | 86min | CI: 14 anos
Grécia, 1984. Kenneth, um homem inglês, e Theres, uma garota alemã, trabalham cantando na rua para financiar suas férias. Estão apaixonados, mas quando Kenneth descobre que sua mãe sofreu um acidente, retorna para casa às pressas. Berlim, 30 anos depois. Ariane, uma atriz de televisão, se separa do marido, um antropólogo bem-sucedido. Quando se muda para um apartamento perto da estação central, ele começa a ver um sem-teto do lado de fora de sua janela.
O berço de cristal
Philippe Garrel | Le Berceau de Cristal
França | 1975 | 35mm | 80min | CI: 14 anos
Num quarto quase completamente escuro, uma mulher vestida de preto, deitada numa cama, fuma um cigarro, lê e escreve algo; em seguida, levanta-se, caminha e toca algumas notas num teclado. Um homem, também sozinho, aparece de pé junto a uma coluna de mármore. Um artista trabalha em suas pinturas. Philippe Garrel observa a solidão desses personagens sem relação entre si.
